Ex.ma
Senhora Presidente da Assembleia Municipal e restante Mesa
Ex.mo
Senhor Presidente da Câmara Municipal
Senhores
Vereadores
Ex.mos
Senhores Membros da Assembleia Municipal
Público
Presente e Comunicação Social
Seis
meses passaram desde que uma coligação de derrotados se juntou para formar uma
maioria de governo, chefiado por António Costa, que assim pôde cumprir a sua
ambição de ser primeiro-ministro de Portugal, custe o que custar.
E
assim foi e tem sido, custe o que custar.
Os
episódios têm sido muitos e variados mas aqui damos nota apenas de alguns:
-
um primeiro ministro que aponta oportunidades lá fora aos professores de
português, quando criticava o anterior por ter feito exactamente a mesma coisa;
-
um primeiro ministro que desautoriza o seu ministro das finanças acerca das 35
horas, que afinal não serão para todos os funcionários públicos;
-
um ministro das finanças que diz lá fora que Portugal é atractivo porque tem
uma política de baixos salários, fazendo lembrar um ex-ministro da economia do
tempo do governo de José Sócrates.
Mas
isto são episódios que, dirão, não contam para nada.
Mas
o que realmente conta são os números. E os números não são animadores.
Seis
cêntimos a mais por cada litro de combustível, foi a solução encontrada para
pagar o custo das reversões levadas a cabo. Associado o aumento do barril de
petróleo, o aumento do preço dos combustíveis já vai em cerca de 20 cêntimos
por litro desde o início do ano.
Em
resposta a isto, o Senhor Primeiro Ministro, António Costa, aconselha os
portugueses a andar de transportes públicos, como se todos os portugueses fossem
servidos pelos transportes públicos de Lisboa e Porto. Assim se vê que António
Costa não conhece a realidade do país, nomeadamente do interior, onde as
pessoas têm necessidade de se deslocar em viatura própria pois não existe
grande cobertura de rede de transportes públicos.
Podíamos
continuar a enumerar outros números, passa-se a redundância, como seja a quebra
nas exportações, a quebra no investimento, o desemprego e as previsões de
crescimento que estão a ser revistas todas em baixa.
Podíamos
citar todos os alertas das instituições internacionais e entidades financeiras
de referência, como foi o caso nesta semana do Commerzbank que diz que
“Portugal está à beira da crise”.
A
tudo isto, o híper-optimista António Costa vai dizendo que tudo vai bem e não
há que mudar nada.
Nós,
CDS, entendemos o contrário e que é preciso mudar de política.
A
nível local, parabenizar toda a organização do Rally de Portugal de 2016 na
qual a Câmara Municipal esteve activamente envolvida, e que trouxe inúmeros
visitantes ao nosso concelho, nacionais e estrangeiros, maioritariamente,
espanhóis.
Também,
dar os parabéns pela Agro Vieira, uma organização desta Câmara Municipal que
conta com o apoio da Cooperativa Agrícola de Vieira do Minho que, para além de
ser motivo de visita para muitos, foi no essencial, uma mostra para os
produtores agrícolas de Vieira do Minho que puderam assim mostrar-se a todos
quantos visitaram o Parque dos Moinhos há dois fins-de-semana atrás.
Intervenção do Grupo Parlamentar do CDS antes da Ordem do Dia da reunião da Assembleia Municipal realizada no passado dia 18 de Junho de 2016.
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