Intervenção da Líder da Bancada do CDS, Engª Ana Miranda
Ex.mas Senhoras, Ex.mos Senhores,
Estamos aqui reunidos para comemorar o Quadragésimo Primeiro Aniversário da revolução democrática do 25 de Abril.
Todos os países e comunidades comemoram as datas mais significativas da sua história, essencialmente pelo seu contributo, salutar e fortificante, sobre o orgulho e dignidade nacional.
Se outras datas memoráveis como a da Restauração da Independência ou a Implantação da Primeira República, já pouco significado possuem, a revolução do 25 de Abril de 1974 está ainda na memória de muitos.
O 25 de Abril trouxe-nos a liberdade e com ela a democracia pluralista, o consequente aparecimento dos partidos políticos, a supressão da censura prévia à imprensa, a extinção da polícia política, liberdade, paz e esperança.
A vida em liberdade e democracia é pois um bem absoluto de que não podemos, em circunstância alguma abdicar, mas entendemos que a defesa da liberdade não pode ser um mero exercício repetitivo e de circunstância.
A liberdade é um exercício dinâmico e por isso temos a obrigação de assumir em cada momento aquilo que é melhor para o nosso presente e, principalmente, para o futuro dos nossos filhos.
Ao longo destes 41 anos em democracia, Portugal atingiu uma modernidade que, em alguns sectores, chegou a patamares de excelência dignos de comparação a nível mundial.
No entanto, por vezes, todos esses avanços ficaram ofuscados por más decisões que, apesar dos insistentes avisos, quase nos atiraram para o abismo.
Do último desses momentos estamos a sair desde meados do ano transato. A custo, é certo, conseguimos ultrapassar as adversidades de um ajustamento que muitos vaticinavam como fatal para a identidade de Portugal enquanto Nação.
No entanto, fazendo jus à herança deixada pelos nossos antepassados que deram novos mundos ao mundo, estamos a transformar as tormentas em boa-esperança.
Todos os indicadores económicos permitem agora encarar o futuro melhor do que há quatro anos e esse facto deve-se ao esforço de todos os portugueses. Saibamos pois não desbaratar esse esforço.
Minhas senhoras e Meus senhores:
Também Vieira do Minho encara agora o futuro próximo com esperança!
As notícias que dão conta das intenções de investimento no concelho, permitem-nos acreditar! Umas estarão à vista de todos a breve prazo; outras estão a ser desenvolvidas e todos os esforços estão a ser enveredados para as levar a bom porto!
Para isso, é preciso vontade de trabalhar em prol da terra, é preciso um executivo municipal que saiba receber os munícipes e os investidores e, sobretudo, é preciso uma câmara livre!
Graças à conjugação de todos estes factores, Vieira do Minho terá a curto prazo uma lufada de ar fresco.
Viva o 25 de Abril.
Viva a liberdade.
Viva Vieira do Minho.
Viva Portugal.
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