Este desfecho para a Cooperativa Brancelhe já nos foi anunciado em Abril passado quando o executivo municipal apresentou a auditoria feita por uma entidade independente.
Não nos esqueçamos que quando este executivo entrou em funções a Cooperativa Brancelhe tinha na sua folha de pagamentos 111 funcionários, para os quais tinha apenas em caixa 54 euros.
Esperamos que a dissolução da Brancelhe decorra de forma mais célere do que a dissolução proposta pelo executivo anterior à EPMAR e que teve que ser decidida já por este executivo municipal, que entrou em funções 8 meses depois dessa dissolução.
Acima de tudo, esperamos que os direitos dos funcionários sejam salvaguardadas, que os mesmos sejam devidamente esclarecidos com a maior brevidade possível e, que não passem por meses e meses de indefinição como aconteceu entre Fevereiro e Outubro de 2013 com os funcionários da EPMAR.
Intervenção do Grupo Parlamentar do CDS no ponto 3 da ordem de trabalhos da reunião da Assembleia Municipal realizada no passado dia 13 de Novembro de 2014.
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